quinta-feira, 20 de janeiro de 2005

Zelo

Deu tanta saudade agora, anseio te encontrar com um mimo mas não adianta nem correr, não há livraria aberta e o que queria transmitir ainda não encontro escrito, nem musicado, afinal, títulos não materializam lembranças, são só meios, é o que procuro, algum para sentir-te aqui e agora.
Uma vez te presenciei perdida entre livros, jogados ou desisteressada, fingias esbanjando sabedoria fútil, eu, nem me importava, ficava o iteresse em te manter importante e exigir assim que não ficasse calada.
Silêncio, não há unanimidade, nem sobre mim, embora... Sonho me faz acordar esta hora, todo sem erros, eros e não cupido, em seu dever cumprido, flexa, desperto com inspiração edênica e me agito, apronto.
Deu tanta saudade agora que queria te encontrar num toque, mas não adianta nem correr, não sei se encontro outro coração aberto e a esta hora preciso de certeza, lembranças, além das letras, não são modos, só aguçam este desejo, é o que procuro, algo além para te ter aqui e agora.