Ontem foi daqueles dias estressantes, acho que uma onda de peixes estragados, gerou levas de gastroenterites, cólicas e diarréias, com isso, enfrentei uma sobrecarga morsal de trabalho, também os ânimos andaram alterados, e não era privilégio de um único local. A banheira pública (ver foto) que nos conduz a zona de preservação ecológica até parecia mais gasta do que de costume, faltou petróleo no inicio da semana, e o condutor substituto, mais com cara de Capitão Glúteo do que Nemo, fez questão de não prever, e até vibrou, pelo que tivéssemos ficado a pedir carona no meio da estrada, sobre o escaldante asfalto a queiomar as caudas. As meninas que nos acompanham, aves de todos os tipos, de canárias a galinhas, soltando penas para todos lados, não paravam de fazer ruido, mas em nada ajudaram para que se conseguisse chegar no horário, atrasei-me para a mesquita nosocomial, onde, quem me esperava, era o Rei do Gado, assim denominado colega por criar bovinos, ovinos, suinos, equinos e babuinos, do sul até além da fronteira castelhana, aquele mesmo, o que manda instalar geradores capazes de iluminar vilas inteiras, e que esquece o salario parado no escritório por meses.A última de hoje é que, apesar de morsa não ter franja, acabo de cortar o cabelo, é, precisar não precisava, como tudo que escrevo por aqui, mas, me sinto melhor arejado, e acho que os pensamentos esfriam mais rápido desta forama al´pem do que paro de carecer de pente.